Vai passar o “Mundo Mágico do Circo” no retorno da Guerreiros do Leão.

Retornando a LIESV, a Guerreiros do Leão vem orgulhosamente apresentar a história do circo desde a antiguidade até o circo moderno e promete um desfile com visual leve e de fácil identificação.

Conversamos com o presidente Sérgio Razera sobre a expectativa da volta:

1- Porquê a escola escolheu esse enredo?

Retornando após oito anos sem desfilar, optamos por um enredo leve, alegre e colorido para retomarmos o caminho que começamos a traçar em 2012, quando fomos 3° colocados no CAESV.

2- Como será desenvolvido na passarela João Jorge 30? (Ficha técnica, alas, alegorias, casais e afins)

O desenvolvimento do nosso desfile passa pela origem e evolução do Circo no Mundo. A expectativa é que a Guerreiros entre na passarela com 3 carros alegóricos, 13 alas e um casal de mestre-sala e porta-bandeira.

3- Qual a motivação da escola em busca do título?

A motivação é a mesma que me fez reativar a agremiação após oito anos inativa. O crescimento da LIESV, bem como o retorno de Escolas tradicionais. Acredito que de alguma forma podemos somar com esse momento especial que a Liga vive.

4- O que os espectadores podem esperar da escola em 2020?

Um desfile simpático sem a menor duvida. Buscamos um visual leve e de fácil identificação. Que seja fiel a proposta de enredo com a qual iremos nos apresentar.

5- Como será feita a escolha do samba?

Optamos pela encomenda até mesmo pela falta de tempo hábil. Gostaria de abrir um concurso, mas corremos contra o tempo na organização da agremiação e nos detalhes finais da composição da nossa equipe de Carnaval.

6- Considerações finais

Quero agradecer a LIESV que mais uma vez abraça a Guerreiros e aos amigos que colaboraram para que esse retorno fosse possível.

Vejam a sinopse:

O show vai começar!

A magia toma conta da passarela do samba e orgulhosamente o Grêmio Recreativo Escola de Samba Virtual Guerreiros do Leão, em seu retorno a LIESV apresenta o Mundo Mágico do Circo.

As manifestações caracterizadas como grandes espetáculos tiveram origem na antiga Roma, com “o circo” dos gladiadores e as sangrentas lutas entre homens e feras. Tais manifestações aconteciam em anfiteatros denominados teatro de arena, o palco de encenações de tragédias e comédias na antiguidade clássica. A partir de então, surge o termo “pão e circo”, (panem et circenses, no original em Latim) como ficou conhecida a política na qual os líderes romanos lidavam com a população em geral, para mantê-la fiel à ordem estabelecida e conquistar o seu apoio por meio do entretenimento.

Na Idade Média, artistas populares criaram grandes caravanas e passaram a improvisar suas apresentações em praças públicas. Nascia então o Circo dos saltimbancos, que viajavam de cidade em cidade para apresentar seus números cômicos, malabarismo, música, dança e teatro.

A arte circense rompeu barreiras e se expandiu. O Mundo passou então a conhecer a nobre arte do Circo. Na China, vários contorcionistas e equilibristas apresentavam-se para as autoridades monárquicas em datas comemorativas ou em celebrações familiares.

O Circo como o conhecemos nos dias de hoje, ganhou forma no séculos XVIII, na Inglaterra. As apresentações de artistas mambembe foram aliadas a músicas marciais e a interações com animais domésticos e selvagens.

No século XIX, o Circo atravessa o oceano e chega ao continente americano, mais precisamente aos Estados Unidos. A cidade de Nova York recebeu o britânico Thomas Taplin Cooke e sua trupe de artistas.

A partir de então, o Circo deixou de ser uma atividade concentrada no continente europeu e passa a ganhar o Mundo. Palhaços e bailarinas encantam as crianças. Domadores desafiam as feras e recebem os aplausos de plateias que contemplam seus feitos em verdadeiro êxtase. Malabaristas desafiam a gravidade. Equilibristas chegam ao limite de seus corpos. É o sonho em forma de arte.

Nos dias atuais, mesmo com o advento das novas tecnologias, o Circo resiste e preserva a atenção das grandes multidões. Em um eterno desafio, o espetáculo se reinventa aliando antigas tradições e criando novos números.

Os picadeiros espalhados pelo mundo provam que a criatividade do homem jamais será deixada de lado em detrimento ao fascínio exercido pelas máquinas.

Dança, menina!
Levanta, galera!
É a Guerreiros sacudindo a passarela!

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