Talvez Eu Vá lança sua sinopse para o Carnaval Virtual 2019

A Talvez Eu Vá divulgou a sua sinopse para o Carnaval Virtual 2019. A irreverente escola alvinegra prepara a sua estreia no Grupo de Acesso A, após um 7º lugar no Acesso B no último carnaval. O acesso só foi possível após a Batata de Contenda enrolar a bandeira, com isso abriu-se uma vaga no Especial e outra no Acesso A. A Talvez Eu Vá vem com o enredo “Desde que o samba é samba” de autoria de Iuri Santos e Gabriel Nunes, carnavalesco e presidente da agremiação, respectivamente. A escola confirmou também a manutenção de Murilo Sousa como intérprete.

A G.R.E.S.V surgiu com uma conversa entre 2 amigos apaixonados pelo carnaval, estreamos no carnaval de 20018 com o enredo “A Origem das espécies. Com Certeza, ”Talvez eu Vá” nessa viagem encantada descobrir os segredos da vida”. A agremiação conquistou o 7 lugar, para a diretoria da escola o seu primeiro carnaval foi um bom resultado, a escola veio com o samba que para muitos foi o melhor do grupo de Acesso B, e conquistou com o intérprete Murilo Sousa o troféu Clara Nunes de melhor interprete da casa.

O Enredo foi escolhido em uma conversa entre o presidente da escola Gabriel Nunes e o carnavalesco Iuri Santos, antes mesmo da apuração do carnaval 2018. Gabriel Nunes lançou a ideia de retratar o carnaval, mostrar como era, como está no momento e quem sabe veremos na avenida o futuro do carnaval retratado pelo carnavalesco, a ideia da escola é lembrar também os grandes ídolos do samba. O Iuri aceito de imediato a ideia e já começou a trabalhar no que vamos mostrar na avenida, o tema é muita amplo e queremos um belo carnaval. A expectativa da escola é grande, ainda mais agora que ficamos sabendo que abriu uma vaga do Acesso A com a saída da batata, a responsabilidade ficou bem maior, precisamos rever algumas coisas mais vamos com tudo outra vez para o carnaval.



Confira abaixo a sinopse na íntegra.

 

“Desde que o samba é samba”

 

Uns dizem que estou velho, outros, ultrapassado.
Trago comigo a bagagem de quem fez e faz história.
Carrego nas costas a responsabilidade de emocionar, divertir e informar.
Fui criado por verdadeiros pais e mães, que me deram amor e me elevaram ao lugar mais alto
que eu poderia imaginar.
Fui reverenciado, exaltada, aclamado…
Mas a vida também me deu muitas pancadas. Me acusou dos mais variados absurdos.
Já me ofenderam, me criticaram, me perseguiram e me maltrataram.
Hoje ando um tanto cansado, abatido, desmotivado…
A dor é grande, o fardo é pesado…
Já não tenho a força de outrora e quem poderia me ajudar já não me estende a mão.
Porém há quem seja resistência e me mantêm de pé.
Por esses, luto mais uma vez com a esperança de mais uma volta por cima.
Em nome desse resgate, conto a vocês um pouco da minha história.

Prazer, eu sou o Samba.

Quero dizer em alto e bom som quem eu sou.

“…A voz do morro sou eu mesmo sim senhor
Quero mostrar ao mundo que tenho valor
Eu sou o rei do terreiro…”

Ainda lá no século XVI, na época da colonização, já era possível perceber manifestações que tão
logo me trariam a vida. O batuque africano já era um prelúdio/uma semente que cresceria e floresceria.
Deste período trago o sangue dos meus ancestrais.
“O samba é poesia
Ritmada com delicadeza
No samba não tem lugar
Pra tristeza”

E Foi no século XX que o Brasil me conheceu e me reconheceu. Nesse período passei a ter
diversas formas, como o Pagode, o Partido alto, entre outras. Nomes como Donga, Pixinguinha e João da
Baiana honraram meu nome e me tornaram cada vez mais popular.
Além desses, outros, de igual importância, elevaram-se ao status de poetas enquanto produziam
obras-primas para as primeiras Escolas de Samba.
Bendito sejam aqueles que me fizeram ser quem eu sou!
Esses gênios imortais fizeram de mim o grande ritmo brasileiro, e das Escolas de Samba os
maiores redutos de bambas que apreciavam e me alimentavam com suas criações.
Do Estácio a Mangueira, da Serrinha a Oswaldo Cruz, do Rio a Niterói, da Baixada a Zona Sul.
Eu fui e estou em todos os lugares. Sou a poesia e a melodia, os lamentos e os romances. Eu sou o amor e
também sou a desilusão.
“Samba, a gente não perde o prazer de cantar
E fazem de tudo pra silenciar
A batucada dos nossos tantãs”

Eu sou resistência e apesar de você, amanhã a de ser um novo dia.

“A lua prateada apareceu
Todo povo se acendeu
Iluminando o samba na tamarineira
Lugar de samba puro de raiz
Aprendi a ser feliz
E cantar de brincadeira
E desse jeito vou sambando vida inteira”

Hoje, agonizo. Mas como já disse o poeta, eu não morro. Voltarei a ser ainda mais fortes e
faremos um grande carnaval para festejar.
Viva a Utopia!
Venham todos comigo. O futuro nos espera e é pra lá que nós vamos.

 

Outras Informações Julgadas Necessárias (fontes de consulta, livros etc)
https://pt.wikipedia.org/wiki/Samba
https://www.suapesquisa.com/samba/
www.sambando.com

A História dos Arcos da Lapa


https://pt.wikipedia.org/wiki/Pelo_Telefone

 

Regras para Concurso de Samba:

– O compositor pode enviar quantos sambas quiser, seja solo ou com parceria;
– A gravação pode ser à capella (só com voz) ou com bateria de fundo;
– Os sambas devem ser enviados em mp3 ou wma para gresvtalvezeuva@gmail.com ;
– A escola aceitará sambas até o dia 25/02/2019;
– Qualquer dúvida, entrar em contato 21 993366741

 

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